Drones não mataram o canhão, e a Ucrânia o virou atirador de elite
A Ucrânia usa o canhão como arma de precisão guiada por drones: poucos tiros, bem escondido, e 95% dos ataques ainda são de drones.
A Ucrânia usa o canhão como arma de precisão guiada por drones: poucos tiros, bem escondido, e 95% dos ataques ainda são de drones.
Mi-8 ucraniano passou a soltar drones interceptadores à distância para caçar Shaheds sem expor pilotos, depois de perdas em missões de interceptação.
Dois F-16 romenos abateram drones russos no Mar Negro. Reunião da OTAN e perícia nos ataques a navios mostram o fim da hesitação.
Técnica de laboratório morreu com pneumonia grave em Irkutsk. Imprensa independente fala em peste após acidente; governo russo nega.
Irã propõe reabrir o Estreito de Ormuz em sete dias se os EUA suspenderem o bloqueio que derrubou suas exportações de petróleo em quase 90%.
Um assessor de Putin disse que a Polônia deixaria de existir em dois ou três dias. O governo polonês respondeu e acelera exército, abrigos e defesas.
Rússia diz ter derrubado 1.110 drones numa noite. Refinaria de Moscou pegou fogo pela terceira vez em três meses e a defesa da capital mostra os limites.
Ucrânia revelou em 15 de setembro a Operação Vivaldi: quatro meses em silêncio, saliente russo ao norte de Lyman cortado e cerco a Sloviansk desfeito.
Lituânia gasta 5,38% do PIB em defesa, mina a fronteira e treina adolescentes após drone russo ser abatido perto de Kaunas em 15 de setembro.