EUA bombardeiam ilha vital do Irã e enviam 2.500 fuzileiros navais ao Golfo Pérsico
Na madrugada de sexta-feira, 13 de março de 2026, os Estados Unidos executaram um ataque em larga escala contra a…
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Na madrugada de sexta-feira, 13 de março de 2026, os Estados Unidos executaram um ataque em larga escala contra a…
Os mini submarinos iranianos da classe Ghadir, apesar de pequenos e tecnicamente limitados, representam ameaça significativa para a navegação no Golfo Pérsico. Projetados para guerra assimétrica em águas rasas, podem executar minagem clandestina e ataques de emboscada.
Após ataques a petroleiros no Iraque e plantio de minas no estreito mais estratégico do mundo, o regime iraniano transforma…
O Irã instalou minas navais no Estreito de Ormuz e atacou navios mercantes, escalando drasticamente as tensões na passagem marítima mais estratégica do mundo. A ação ameaça bloquear 20% do fornecimento global de petróleo e pode forçar países árabes do Golfo a entrarem no conflito.
A Ucrânia enviou militares para países do Golfo Pérsico para treinar forças locais na defesa contra drones iranianos. A iniciativa marca uma inversão no cenário militar global, com Kiev exportando conhecimento de combate adquirido após anos enfrentando ataques similares da Rússia.
Os Estados Unidos posicionam três porta-aviões nucleares no Oriente Médio simultaneamente, criando a maior concentração de poder aeronaval americano na região desde 2003. A estratégia estabelece cobertura triangular completa com mais de 200 aeronaves de combate.
Submarino americano afunda fragata iraniana Iris Dena no Oceano Índico com torpedo Mark 48, marcando o primeiro ataque bem-sucedido do tipo em 81 anos. O incidente deixou pelo menos 80 mortos e representa escalada significativa no conflito EUA-Irã.
Três caças F-15E americanos foram abatidos por um F/A-18 Hornet do Kuwait durante operação contra o Irã, resultando em perdas de mais de 150 milhões de dólares. O incidente revela falhas críticas nos sistemas de proteção contra fogo amigo.
A Ucrânia liberou nove assentamentos no sudeste e avança estrategicamente em direção a Tokmak e Melitopol, visando cortar a ponte terrestre logística da Crimeia. A operação utiliza guerra centrada em rede e drones para compensar a escassez de pessoal e estabelecer as bases para a futura libertação da península.