Em fevereiro de 2026, os EUA atacaram o Irã com uma arma construída a partir do próprio arsenal iraniano. Como isso foi possível?
Realidade Militar
O drone que desafiou os EUA por anos
O Shahed-136 é um drone suicida iraniano que custa US$ 35 mil. Para derrubá-lo, os EUA gastam até US$ 4 milhões por míssil Patriot — uma conta absurda.
A Rússia copiou primeiro
Antes dos EUA, foi a Rússia que percebeu o potencial do Shahed. Ela licenciou o projeto e lançou dezenas de milhares do seu Geran-2 contra a Ucrânia entre 2022 e 2026.
A Ucrânia mudou o jogo
A Ucrânia derrubou um Shahed relativamente intacto e o enviou aos EUA. O que os americanos fizeram com ele surpreendeu até os especialistas mais experientes.
Sete meses do zero ao campo de batalha
A SpektreWorks, empresa do Arizona, desmontou o drone iraniano peça por peça e reconstruiu tudo com componentes americanos. O resultado foi o LUCAS em apenas 7 meses.
Estreia em combate: Operação Epic Fury
Em 28 de fevereiro de 2026, durante ataques coordenados entre EUA e Israel contra o Irã, o LUCAS foi usado em combate pela primeira vez pelo esquadrão Task Force Scorpion Strike.
O almirante usou uma só palavra
O Almirante Brad Cooper, chefe do CENTCOM, definiu o desempenho do LUCAS com uma palavra: 'indispensável'. Mas foi um detalhe nas fotos oficiais que alarmou a Rússia.
O detalhe que assustou Moscou
Analistas identificaram uma antena Starshield no topo do LUCAS. Ao contrário do GPS comum, esse sinal de satélite é quase impossível de bloquear com jammers russos.
A corrida pelos 300 mil drones
Em dezembro de 2025, o Pentágono lançou o Programa de Dominância de Drones, de US$ 1 bilhão, com meta de 300 mil unidades. A Rússia ainda não tem resposta para o Starshield.
Leia a análise completa
Entenda como o Shahed-136 nasceu no Irã, foi copiado pela Rússia, capturado na Ucrânia e relançado contra o próprio Irã pelos EUA.