Membros da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã estão fugindo para o Afeganistão após operação militar que eliminou 49 líderes do regime, incluindo o líder supremo Ali Khamenei. A deserção em massa marca o colapso da elite militar que por décadas ameaçou o Ocidente.
Estados Unidos querem classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, o que pode acarretar sanções econômicas, restrições comerciais e até uso de força militar. A medida faz parte de estratégia ampla contra narcotráfico latino-americano.
Nos últimos 10 dias, o Irã enfrentou ataques intensos que comprometeram sua infraestrutura militar. A situação atual difere significativamente da guerra Irã-Iraque dos anos 1980, quando o regime demonstrou capacidade de resistência.
Os aiatolás são líderes religiosos xiitas que conseguiram transformar o Irã em uma teocracia através da Revolução Islâmica de 1979. O termo significa ‘sinal de Deus’ e representa o topo da hierarquia clerical que governa o país há mais de quatro décadas.
A ilha iraniana de Kharg, responsável por 90% das exportações de petróleo do país, emerge como possível alvo estratégico americano. Com apenas 20 km², a ilha concentra a infraestrutura petrolífera mais importante do Irã.
O Paquistão declarou guerra aberta contra o Talibã após décadas de apoio ao grupo fundamentalista. A ruptura ocorreu devido à proteção que o Talibã oferece ao TTP, organização terrorista que atua contra o governo paquistanês.
O Aiatolá Ali Khamenei foi eliminado em 28 de fevereiro por Israel e EUA após duas décadas de operações de inteligência. A operação utilizou câmeras de trânsito hackeadas, inteligência artificial e fontes humanas para localizar o líder supremo do Irã.
O Irã intensifica ataques contra países árabes do Golfo Pérsico com mísseis e drones, visando forçar cessar-fogo através da regionalização do conflito. A estratégia mira deliberadamente a infraestrutura econômica regional para elevar custos da guerra.
O Irã atacou 15 países em 48 horas, incluindo Arábia Saudita, Reino Unido e França, transformando aliados neutros em inimigos ativos. A estratégia fracassou completamente, criando uma coalizão internacional contra Teerã.